segunda-feira, 28 de março de 2011

I really am love.



I'm still alive but I'm barely breathing
Just prayed to a God that I don't believe in
Cos I got time while she got freedom
Cos when a heart breaks no it don't break even

Her best days will be some of my worst
She finally met a man that's gonna put her first
While I'm wide awake she's no trouble sleeping
Cos when a heart breaks no it don't breakeven... even... no

What am I supposed to do when the best part of me was always you,
And what am I supposed to say when I'm all choked up that you're ok
I'm falling to pieces, yeah,
I'm falling to pieces

They say bad things happen for a reason
But no wise words gonna stop the bleeding
Cos she's moved on while I'm still grieving
And when a heart breaks no it don't breakeven even... no

What am I gonna to do when the best part of me was always you,
And what am I supposed to say when I'm all choked up that you're ok
I'm falling to pieces, yeah,
I'm falling to pieces, yeah,
I'm falling to pieces
One still in love while the other one's leaving
I'm falling to pieces
(Cos when a heart breaks no it don't breakeven)

Oh you got his heart and my heart and none of the pain
You took your suitcase, I took the blame.
Now I'm try'na make sense of what little remains ooh
Cos you left me with no love and no love to my name.

I'm still alive but I'm barely breathing
Just prayed to a God that I don't believe in
Cos I got time while she got freedom
Cos when a heart breaks no it don't break
No it don't break
No it don't break even no

What am I gonna do when the best part of me was always you and
What am I supposed to say when I'm all choked up that you're ok
(Oh glad your okay now)
I'm falling to pieces yeah
(Oh I'm glad your okay)
I'm falling to pieces yeah
(One still in love while the other ones leaving)
I'm falling to pieces
(Cos when a heart breaks no it don't breakeven)

Oh it don't break even no
Oh it don't break even no
Oh it don't break even no

The Script - Breakeven (Falling to pieces)

Já não sei se és a minha solução ou o meu problema, a sério...

Se alguém apagar as luzes e te disser "eu estou aqui!".
Pergunta se não é engano. Às vezes as pessoas marcam o nome errado
e abraçam-se a elas próprias.

domingo, 27 de março de 2011

Shhh...

Estou a expiar as minhas inseguranças...


quinta-feira, 24 de março de 2011

Miss Floating

My soul is a plain and I'm taking off,
if don't catch me I'll follow the flow and go down,
away with it.
I'm a cold dead body sometimes and I'm trying to wake up from the windy watery sleep I'm traped in lately and again.
And if you don't follow me I'll let you down and leave you behind.

Don't mind my heart, don't mind what there is to love and people,
I want to feel alive.

Shit, I do miss feeling good. Miss believing.


My biggest love ever

sábado, 19 de março de 2011

There's a reason why I keep writing shit so often

Eu antes era uma gaja porreira e não me importava tanto com o que os outros sofreriam ou com o que os poderiam ter dentro deles.
Depois, comecei a descobrir que todos (e mesmo todos) nós temos coisas dentro de nós que não devem ser pisadas, não devem ser apontadas, não devem ser abaladas nem apertadas nem sequer sopradas ou olhadas. Todos nós gostamos de ser bem tratados, de receber um sorriso caloroso, honesto, um abraço acolhedor que nos faça sentir que a nossa presença é importante e desejada, assim como todos nós gostamos de partilhar uma gargalhada com alguém que nos conhece de dentro para fora, e que consegue ver de fora o que muitas vezes nem nós próprios vemos por dentro.
Comecei a descobrir que todos acabamos a pagar pelos nossos próprios erros, e bem ou mal pode ser que outros nos ajudem, mas temos de aprender com eles, e sem sofrer não percebemos o sofrimento que causámos a alguém.
E desde sempre me lembro de pensar muito no que os outros estariam a achar do que eu fazia, e desde pequena me lembro de ser insegura e achar que se calhar não gostavam tanto assim do que eu tinha planeado, caso contrário não se iam rir de mim ou mandar-me calar.
E ainda hoje odeio que me mandem calar, e ainda hoje odeio que me batam na cara, e ainda hoje odeio que me batam, seja como for sem que possa ripostar, e ainda hoje odeio que me dominem, e ainda hoje odeio subjugar-me tanto quanto procuro conscientemente não subjugar os outros, e ainda hoje detesto que falem de mim entre dentes, assim como ainda hoje faço tudo isso a outras pessoas, porque não me sei defender de outra forma, porque de alguma forma deixo de me aguentar exposta dentro de uma multidão, porque sempre me hei-de sentir ameaçada, e sempre me hei-de rever no espelho de quem me rodeia, e nunca hei-de conseguir sentir o que é na realidade gostarem de mim do que sou realmente e saber sempre isso.
Nunca hei-de saber se existe alguém que me conheça, capaz disso. Acho que sim, de certa forma, uma ou outra pessoa que tenha sofrido muito (por alguma razão percebem-me sem eu ter passado mal na vida) e não veja o futuro no presente feliz.
Por alguma razão alguns de nós já sentimos aquela dor quente, aquela lâmina dentro dos músculos, aquele estado de não estar nem compreender, aquela vontade de ser mudar, tentar ser diferente do que temos dentro de nós e encarar a realidade como uma forma de ser feliz e não uma fugaz e insegura promessa que nos há-de deixar cair.

EU NÃO QUERO SER ISSO. Eu não quero ser quem sou e Deus que me perdoe e alguém que me perceba: não faço por ser como sou, nem por fazer mal às pessoas, nem por achar constantemente que não estou à altura de ninguém, nem por achar que as pessoas estão fartas de me aturar, nem por pensar tanto nisso, sempre que estou na mó de baixo.

Eu sou forte. Sou muito forte, mas quando me começaram a fazer sentir que não havia problema nenhum em deixar cair a armadura, enganaram-me. Há. Para mim há porque eu não posso depender de ninguém. Há, porque estou cada vez mais e mais fraca. Há porque isto não me sai do peito e magoa-me até à terra que apenas me digam carinhosamente "mas não tens razões para pensar assim..."
Que só eu sei...

Que assim seja. As pessoas felizes que dominem. E é que nem sempre necessariamente as expectativas elevadas ajudam à real projecção na pessoa daquilo que tenta ser,
Às vezes um bom sentido de humor faz muito mais por nós do que tudo o resto, e se perguntarem (o que quer que seja), é daí que vem a resposta...


Música de nhanha mas gosto.

E é quando tentamos ser melhores que mais gente nos magoa. Então desculpem, se estou triste às vezes e não me calo.

terça-feira, 15 de março de 2011

Pains I don't know



Acho que nunca nenhuma música me deu tanta vontade de chorar.
E às vezes, como agora, embora acredite tanto nela como na esperança, sinto aquele fiozinho de dor no coração. Aquele fiozinho que se sente quando nos lembramos de como batemos no fundo e de como doeu, e de como parecia impossível levantarmo-nos...
Acho que nunca, arrisco mesmo a usar a palavra nunca, nenhuma música me ensinou tanto a dor que é, mais do que um coração partido, o ver tudo a cair à nossa frente, alguém a desistir de nós e o não podermos fazer nada contra isso. E a partir daí percebi que, pelo menos para mim, essa dor é capaz de ser maior quando nos dão mesmo tudo do que quando nos prometem farrapos.
Acho que esta música me ensinou a chorar. Ensinou-me como dói as pessoas desistirem de nós, do que somos, do que pensávamos que tínhamos de bom e de amável, de como a vida pode ser puta e de como podemos deixar de ser a pedra preciosa de alguém.
Esta música ensinou-me que o amor dói. Cada acorde acertou no meu coração como uma lâmina quente, e cada vez que a guitarra soa meia distorcida uma lágrima esquecida, perdida, dormente, mexe-se lá dentro, e sei que um dia ainda hei-de dançá-la agarrada a alguém. Não sei quem, nem quando nem como, mas venha.
Esta música ensinou-me que mesmo que por vezes não o vejamos, e mesmo que depois aprendamos que ele não existe,
um dia, sabe-se lá quando, por mais anos que passem, um dia, na nossa vida, em todas as vidas talvez, na vida de alguém, o amor existiu.

Isto são só ideias estúpidas porque ultimamente tenho dificuldade em adormecer, dou por mim a tremer de um frio que não é necessariamente exterior e estou farta de não saber o que fazer às culpas por atribuir...

quinta-feira, 10 de março de 2011

Olá avô, tenho saudades suas.
Estou aqui nem sei bem porquê. Lembrei-me de si e que acho que faz anos em Março, e senti-me a corar por não ter a certeza do dia e se já passou. E pensei como adoraria que estivesse aqui hoje para lhe poder dizer "Parabéns! Que faça muitos mais connosco todos em sua casa!". Agora quase que te estava para te tratar por tu, avô, mas como tenho quase a certeza que sempre o tratei assim quero continuar a fazê-lo, sei lá, faz sentido...
Sei que parece injusto tanta gente à nossa volta e em vez de virar a atenção para essas pessoas, virar-me para si quando já não o posso trazer de volta. Mas hoje lembrei-me de si - lembro-me muitas vezes de si! - e não podendo falar consigo nem dar-lhe um abraço, gostava que me ouvisse.
E eu não sou nada destas coisas avô, não gosto de desrespeitar ninguém nem magoar quem o conheceu e amou, mas tenho saudades suas.
Queria-lhe dizer que se soubesse o que sei hoje tinha-lhe dito "Gosto muito de si." Mas eu não percebia as coisas, e sei que o avô sabia isso e que gostava de nós mesmo assim, pequeninos.
Queria que sentisse como o admirava, como sempre que me lembro de si há uma espécie de brilho e calor à sua volta. Lembro-me sempre de como me fazia feliz e de como gostava de ir a Vila Nova a casa dos avós. Lembro-me bem de me darem a escolher a guloseima que quisesse da loja, como se não houvesse cá preço nenhum para os netos. Lembro-me do avô me dizer que lhe tinha ligado para lá um rapazito de Ansião a perguntar por mim, e eu claro, do alto dos meus quatro anos ou quê, ficava a interrogar-me sobre qual teria sido... Lembro-me do avô, tenho quase a certeza absoluta, a tocar com aquela "concertina" azul e amarela que acho que era do Júlio. Também me lembro da sopa da avó, que quase me fazia arregalar os olhos de tão boa, e de me sentar com ela no alpendre, a darmos papa ao Júlio e ela a descascar-me ameixas, que eu gostava tanto, e eu ali, limitava-me a comer a fruta toda contente com o meu pequenito. Lembro-me da avó matar uma formiga com os dedos nus, e eu a achar aquilo tão bizarro, corajoso e engraçado, tudo ao mesmo tempo.
Sei lá vô, se fizer um esforço lembro-me até da sua voz. E isso aí é que complica, aquele fiozinho de dor que parece que acorda...
Tenho pena, sempre tive, de que o avô tivesse estado presente na minha vida apenas por oito anos, acredite. Mas também gostava que soubesse que a sua presença na minha história, na realidade foi muito mais longa que isso: esteve lá antes de eu nascer e estará cá sempre no que contarmos aos outros.
Outro dia fiz dezoito anos, acredita? A sua menina... E já não sei a que propósito falei de si a dois dos meus melhores amigos.
Na altura em que soube que estave doente, quis ter nascido mais cedo, quando nasceram as minhas primas e os meus primos, para poder ter estado consigo todo aquele tempo. Juro.
Também não quis que sofresse o que sofreu, e nunca era capaz de perceber porque é que tinha de passar por tudo aquilo quando não o merecia, de todo.
Onde quer que esteja avô, saiba que tenho saudades suas. Saiba que me agrada muito o facto de ter sorrido a primeira vez para si, quando podia ter sorrido para qualquer outra pessoa. Saiba que o tenho como o exemplo natural de boa pessoa, e de tudo o que isso significa para mim. Saiba que tenho um orgulho do caraças de ter tido uma ligação consigo, de ter sido sua neta.
Saiba que quem me dera que ainda estivesse aqui, a sorrir para mim, a sorrir comigo, a perguntar-me pelo rapazito, a perguntar-me se a escola me corria bem, a destribuir o pouco que tinha atenciosamente escalado pelos seus netos (acredite que me parecia a lotaria do coração!), a ver os mais pequeninos, a brincar com eles e a chamar-lhe "mê menino"... tudo isso e muito mais.
Saiba, avô, que a sua alma enchia a casa, onde quer que estivesse.

Escrevi isto com bondade, mas não é que estive o tempo todo a rezar para que ninguém me entrasse pela sala adentro enquanto falava consigo, para não me verem toda baba e ranho?... E tenho muito que pensar antes de mostrar esta conversa a alguém, porque há coisas meias feitas de coração que são só nossas, e a partilha não pode ser uma asneira.

Mas quem conheceu este grande Avô Júlio,
a mal também não me leva, pois não?



Eu ouvi um passarinho

às quatro da madrugada,
Cantando lindas cantigas
à porta da sua amada

Ao ouvir cantar tão bem
a sua amada chorou.
Às quatro da madrugada
o passarinho cantou

quarta-feira, 9 de março de 2011

A vida tem destas "Piriscas" --.

I think know I'm in love with boy down the street.



terça-feira, 1 de março de 2011

rhshtpft!

Parabéns anjo guardião. Obrigado por tudo o que fazes por mim, e espero que tenhas sorte com isso que bem mereces já. E obrigado pelas coisitas que só nós sabemos.
Não é que seja mais, nem menos, é só especial e como está difícil para ti, lembrei-me disso.

O que eu gosto mesmo, é de pessoas verdadeiras. Pessoas que não nos trocam.
Sei que sermos deixados para trás não significa que as pessoas não estejam a ser honestas, e se calhar até estão e é bem melhor assim! Pelo menos para mim, que já fiz semelhante, mas por razões diferentes, digo eu em minha defesa.
Não sei se é importante, acho que não, mas as desilusões, mesmo as fáceis, bem... é só estranho acreditarmos muito em coisas que à partida pareciam autênticas, e que tão facilmente deixam de o ser.
Que não seja por mim, mas espero que a princesa não saia magoada, já que há vacas para tudo, sempre houve. Não, népia.

Quero férias do mundo, e das pessoas. :)
Quero sair uma noite com a Kat e o Tico e beber cappuccinos, ou malibu, na certa. Quero passar uns dias com a Mafalda por perto. Quero um jantar em Triângulo. Quero passar uma manhã contigo, urso.


Era mais fácil se escolhessemos as nossas acções e as dos que no rodeiam, e nunca nos afastássemos de quem gostamos tanto. C'est la vie, comme une pierre roulant.



I really hope we all get to be happy, and fucking alive.