Se não escrevesse sobre isto, ia-me arrepender, por um dia querer agarrar-me a algo que fizesse valer a pena viver e ter esquecido como momentos assim são, como ela é, importantes.
A minha prima, a minha coisa pequenina que agarrei pela primeira vez com sete anos, e que tive medo de partir em bocados, é simplesmente o doce. Está maior agora do que eu era quando a vi no berço da maternidade. E começa ela com os mais pequenos um ciclo novo. Um ciclo igual ao que eu percorri com ela e com o meu primo. Os meus irmãos mais novos.
Por muito que lhes ralhe, que me irrite com eles, que lhes dê porrada até ficarmos todos despenteados e cheios de baba e marcas de dentadas, vão ser sempre eles a valer a pena. No dia em que perder tudo, eles vão continuar a fazer todo o sentido.
E o abraço? O abraço é a melhor coisa do Mundo. Quem paga o que quer que seja, para se divertir ou para obter prazer, nunca há-de ter dinheiro suficiente nesta vida (nem na outra) para comprar aquele abraçozão de cair no chão!
Eles sim, fazem de mim melhor pessoa.
1 comentário:
"Está maior agora do que eu era quando a vi no berço da maternidade. "
Normal, a miúda cresce :p
Ah, mas queres abracinhos eu dou-te e a ti não cobro nadinha xD
Eles que paguem por prazer, eu cá não pago nada por um abraço e fico mais berm servida.
Nada a ver, mas: esta noite lembrei-me da teoria do tubarão silicone... E mais não digo, porque não é preciso :p
ly <3
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