domingo, 24 de abril de 2011

Quis escrever isto, porque sim (mas tu ias gozar)

Então, quando alguém de quem gostas muito te acusa de seres "tão estúpida", na medida em que de um ano para o outro mudas de atitude, das duas uma: ou dás por ti a pensar «eu devo ter mesmo uma falta de carácter enorme» ou então pensas «fuck off and die, I love you but I've had enough». Eu fui pela segunda opção... E justifico a mim mesma o porquê de não me sentir inclinada a seguir a primeira.
Tão simples, quanto isto...

Tenho tendência para categorizar as pessoas de acordo com as impressões. What about that? Todos o fazemos.
Quando conheço ou não alguém, tento ser simpática, não invadir demasiado o seu espaço pessoal e respeitar a pessoa. Mas quando as primeiras coisas que ouço alguém dizer me parecem desinteressantes, insultuosas, arrogantes, prepotentes, ou quando, mesmo sem me conhecerem, se metem na minha vida sem terem um quinhão de direito a opinar sobre ela, sim, admito: passo a não gostar das pessoas.
E a partir daí não quero saber. Não quero saber quão fixe alguém é, se tem muitos amigos, se é mesmo um/(a) tipo/(a) porreiro/(a), se é fofinho/(a) com aparente mau feitio, ou se sou eu a atrasada que julga sem conhecer. Tão pouco me importa, quero apenas distância.
Detesto ser hipócrita, e quando me sinto forçada a sê-lo a única coisa coisa que faço por mim própria é ser sarcástica. Se tão pouco se apercebem, então azar.
Isto não quer dizer que sempre que faça um elogio a alguém de quem não gosto esteja a ser falsa, antes pelo contrário: significa que os elogios que faço são verdadeiros, podem é ser poucos ou nenhuns - apenas os restrinjo à minha opinião, que vale o que vale.
Se por alguma razão reconheço mais tarde que estava errada por não gostar de alguém que conheci mal, não tenho vergonha. Sou capaz de chegar ao pé dessa pessoa e dizer-lhe "sabes, porque algumas razões agora meias estúpidas não gostava de ti, e quero-te pedir desculpa por isso." o que me orgulho de conseguir fazer. Só porque eu não gosto de uma pessoa, não quer dizer que essa pessoa não seja o irmão, a melhor amiga, o namorado, a prima ou etc de outra pessoa que a valoriza muito para além do que eu penso/conheço.
E eu não sou melhor que ninguém, nem tenho esse objectivo. Apenas estou a tentar rever as críticas que fazia, e criticar menos destrutivamente para passar a ser mais útil e menos conflituosa (coisa que sempre detestei). Se isso me cola o rótulo de "estúpida", então muito obrigado. Ainda que não goste de muitas pessoas e as evite a todo o custo, pelo menos os meus melhores amigos sabem que podem sempre contar comigo e com a minha lealdade (o que provavelmente implica não os insultar a torto e a direito, e quiçá pelas costas) e que mesmo quando não concordo com eles, tento cada vez mais fazer um esforço para os respeitar, dar o espaço necessário à opinião e aceitar.

Se ser coerente é teimosia, e ser flexível é falta de espinha, não me importo. Para mim é acreditar no que sinto e mudar de opinião quando as pessoas me fazem sentir que estava errada. E isso não faz de mim fraca, faz de mim melhor pessoa.

Às vezes para sermos justos, temos que ver que o facto de alguém de quem gostamos nos magoar é mesmo culpa dessa pessoa, e não das restantes envolvidas na situação.
Outras vezes temos que defender as pessoas de quem gostamos quando se sentem desconfortáveis com alguém, mesmo quando mais ninguém lhes dá razão, porque por vezes prova-se que estavam certas e foram injustiçadas o tempo todo.

Having said this, I hope you believe when I proudly state:
eu durmo de consciência tranquila.

sábado, 23 de abril de 2011

(crazy sentimental bitch) the other day...

Um dia estás a mexer no cabelo de uma pessoa com um lápis afiado e a arrancar-lhe as cutículas das unhas para passar as aulas, o outro dia és uma conhecida com quem tem de se relacionar porque sim.
Um dia tens alguém a dizer-te "oh wow, tu és mesmo perfeita, eu no teu lugar não era capaz de agir assim" e no outro comes sopa de merda, servida numa terrina de ouro.
É fácil dizer que é tudo um exagero, eu sei que é. Fi-lo tantas vezes... É à custa dos erros que aprendemos afinal...
Um dia gozas com vacas sentimentais, e no outro não adianta o que faças para seguires indiferente e tranquila, alguém te puxa o tapete.
Um dia não sabes o que fizeste, e o rótulo de cabra e dramática é teu.
Thanks a lot my dearest boys, for sucking ass.


As small as you are .

sábado, 9 de abril de 2011

Registo

Está descansado,
eu posso ter medo e posso-me passar dos carretos, tu podes ser perfeito e eu achar que não, tu podes ver arrogância na minha racionalidade, podemos ser só amigos e continuar boas pessoas e ser felizes, mas para já estou contigo e estás comigo e não faz mal, eu juro que não faz mal,

vai correr tudo bem, coração.

domingo, 3 de abril de 2011

Se pudesse matar-te, acho que matava.
Acho que te matava mesmo. Matava-te à pancada.
Matava-te tipo à biqueirada na cabeça.
Sim, assim. Matava-te.
Se pudesse.

sábado, 2 de abril de 2011

It's perspective

You know I'm hurt, and sometimes that gets me down, but you see... I'm the best girl you are to meet, and you're just a pretty boy I happened to know. You're funny and you were good to me, but you're not different from any other man who breaks my heart down the road.
And I'm special, and one day you will get that: one day you'll realise how precious I am and that you should have noticed it before I moved pass you, because I am special, and I won't come back.
One day you'll look back in your life and see, it's to bad that I'm only in your past, and when you realise that, you'll regret the chances you had to fight for us, when I shouldn't even do so but tried.

And if you see me down you remember deep down I know this.