Não sei se é de ter passado tantas horas acordada que pareço ter perdido a noção do tempo,
Mas às vezes as pessoas de quem mais gostamos ajudam-nos a acordar.
E por vezes outras apenas revelam que também precisam da nossa contribuição para as ouvirmos, compreendermos - não sei porquê, talvez por solidariedade, por mútuo amparo.
Eu não vou, não quero outra vez morrer a dormir, morrer durante o sono.
Não. Não aos pronomes quando não estritamente necessários.
Não me quero deixar morrer a dormir outra vez. Vais ver que acordas, miúda.
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