Eu tentei ser feliz, embora não saiba nada.
segunda-feira, 29 de novembro de 2010
Eu sei, sabes
Eu tentei ser feliz, embora não saiba nada.
terça-feira, 23 de novembro de 2010
Acho que não vou reler isto hoje, big L! to mySelf
Desta vez, desta vez não quero que leias tudo isto, e parte de mim sabe que tu não deves pôr cá os pés há muito tempo, e essa mesma parte de mim soube, quando escreveu todos os outros textos, que por muito que quisesse não os irias ler. Mas outra parte de mim, embora espere (e tenha consigo a menor fatiazinha de probabilidade) que não venhas a ler tudo isto que aqui fica hoje, tem a carga da minha má sorte...
E oh senhor, sabes que quando eu penso na maneira como quero que uma coisa me aconteça... é sempre exactamente ao contrário que ela explode à minha frente.
Mas tu sabes o que isto significa para mim, e se não vens aqui por essa razão, embora eu não fosse capaz de to exigir porque eu é que confiei, tenho-te a dar os parabéns por seres um homenzinho e respeitares aquele que sabes que é o meu espaço, independemente de escrever por ti ou para ti, ou para quem quer que seja. Se vieres, ou tiveres vindo aqui algum dia depois de tudo, não tenho nada a apontar-te, eu viria sempre, e é um direito que tens, que eu te dei e não tirei.
A questão é que isso não pode nem vai nem há-de - espero eu nunca - boicotar a saída que isto é: o não ter de pensar no que lê quem lê enquanto escrevo, e saber que a uma ou duas pessoas posso pedir para lerem se quiser, quer queiras ou não estar nesse grupo...
Por isso, eu não quero que tu leias parte disto, mas a emoção já passou e vou escrever à mesma, desta vez...
Estamos sempre a aprender. Senti-me a corar, senti o meu coração a inchar. Senti mesmo. Senti-me literalmente como se estivesse a explodir. A aquecer até explodir, e nunca mais explodia.
A minha cabeça começa a pesar e parece que tudo lá dentro quer sair por todo o lado, e sei, tenho a perfeita noção, que se alguém me olhar de frente vai ver como estou a corar de maneira fulminante, e como os meus olhos, vidrados, faiscam.
Não sei se alguma vez te sentiste assim tão mal disposto. É que para ser sincera, não estou a usar nenhuma metáfora ao dizer que sinto que a qualquer momento vou vomitar o meu cérebro, os meus pulmões, o meu coração... Meu?
Fico com os ombros tão tensos, o meu estômago torce-se todo, contorce-se sobre si próprio, e é como se o estivesse a cuspir sem conseguir evitá-lo. Não, isto não é bonito, são náuseas. É algo que sentes sem o quereres nem por um segundo. E aguentas-te à bronca, ou foges.
Vou-te dizer, às vezes fujo. E não me envergonho disso. Da mesma maneira que não me envergonharia se sentisse que devia ficar e ser forte, e a seguir me dobrasse no chão, de olhos no chão, mãos nos chão e pés no chão e soluçasse a minha alma inteira em fumo branco e quente.
Mas não quis isso. Das vezes que fugi. Quis aguentá-la sozinha. Não sei se é a pior sensação do Mundo, acho que não., Mas deve ser das piores, e na hora, e cada vez que me lembro, sente-se bem a palavra pior.
É uma raiva, uma impotência, que é impossível sublinhar a fraqueza que é quereres dar cabo do Mundo todo, teres a força necessária, e não teres nada para destruir...
É físico. Não é só psicológico. Ficas zonzo, trocas os passos, cais redondo e levantas-te devagar. E não é de uma boa maneira, não estás enebriado de prazer ou alegria. Se quiseres focar-te em algo, à tua volta só tens raiva e dor.
«Que exagero!»
Oh pá tá bem, eu
Mas não, não e não! e isto é que tem que dar! Se não for da tua boca, eu faço o desenho e clico no Play, e faço Rewind quantas vezes me obrigares, ou quantas vezes eu me obrigar.
Estamos sempre, mas sempre, meu bem (não! não e NÃO!), a aprender. Podes aproveitar, se não sabes ainda, para aprender isto comigo, por muito pouco que eu saiba, este mínimo posso-te dar de bom grado... Estamos sempre a aprender.
"As raparigas tem maior tendência (...) principalmente raparigas que remoem."
Ah foda-se, os significados. Estamos sempre a aprender.
A auto-desorganização... A interiorização longa e demorada... Não, não e não!
Amorzão, hoje, amanhã, ou nem daqui a 5 minutos eu sei, mas agora eu tenho isto, e para mim qualquer coisa melhor que coisa nenhuma e bem nenhum serve para pelo menos qualquer coisa - e qualquer coisa já é mais, muito mais, e bem melhor, do que o que eu obtenho de ti, que é nada, é o reflexo de uma vida sugada pra Terra sempre que toco no chão.
Por isso é que dormimos em cima de colchões e de olhos fechados...
Para não vermos a nossa tristeza a arranhar-nos a alma à procura dos pequeninos diamantes brutos que ela tem lá incrustados e quer deixar morrer enterrados no interior de tudo - enquanto procuram as órbitas giram, enquanto escavam as pálpebras estremecem e tu reviras-te, dolorosamente.
E de tanto tentar esquecer, quando acordares vais ter de te lembrar...
Não, não e não. Ao menos isso...
terça-feira, 16 de novembro de 2010
Oh tão certo L! :')
segunda-feira, 15 de novembro de 2010
And to know you don't even deserve me!
Why does it have to hurt so bad all the time?
quarta-feira, 10 de novembro de 2010
| 10-11-2010 | 21:44:57 | Santos Sofia | Ramalho Diogo | foda.se. eu gosto de ti. | ||||
| 10-11-2010 | 21:47:05 | Ramalho Diogo | Santos Sofia | ... | ||||
| 10-11-2010 | 21:47:30 | Ramalho Diogo | Santos Sofia | .s | ||||
| 10-11-2010 | 21:47:49 | Santos Sofia | Ramalho Diogo | ya | ||||
| 10-11-2010 | 21:48:40 | Ramalho Diogo | Santos Sofia | ficaste bonita na foto que tens agora no face | ||||
| 10-11-2010 | 21:49:04 | Santos Sofia | Ramalho Diogo | obrigado. | ||||
| 10-11-2010 | 21:54:52 | Ramalho Diogo | Santos Sofia | de nada.. :S | ||||
| 10-11-2010 | 21:55:33 | Santos Sofia | Ramalho Diogo | vou bazar | ||||
| 10-11-2010 | 21:55:48 | Ramalho Diogo | Santos Sofia | okii | ||||
| 10-11-2010 | 21:55:51 | Ramalho Diogo | Santos Sofia | .. |
Oh foda-se, de que é que eu estou a falar? Eu amo-te e tu sabes disso.
Só eu é que não sei nada.
E isso dói, dói muito.
Isso e as tuas memórias, que estão em toda a parte, que é como quem diz...
"A cidade está deserta,
E alguém escreveu o teu nome em toda a parte:
Nas casas, nos carros, nas pontes, nas ruas.
Em todo o lado essa palavra
Repetida ao expoente da loucura!
Ora amarga! Ora doce!
Pra nos lembrar que o amor é uma doença,
Quando nele julgamos ver a nossa cura!"
Mais
E já sei que não vou receber o abraço.
terça-feira, 9 de novembro de 2010
ºAçdlhçsdjfhH beauty in the world kedfnh ºsihsçofghçsdfg
Got the best news today, my world is spining again now...
Espero que isto seja uma fonte de alegria para todos nós, e Deus sabe que há-de ser.
Que bom!, oh pá.
:)
segunda-feira, 8 de novembro de 2010
Do you remember everything, from the beginning?
With you
I live my life walking down this street
I meet the faces of the people I see
All the time I see your reflection
All the time I see your reflection
It's okay to feel alone
It's okay to be alone
All the time I see your reflection
All the time I see your reflection
Cause when I'm with you
It seems so easy
It seems so easy
My best days are with you
They are so easy
They are so easy
Yeah, I don't like giving up
Cause giving up is easy
And I'll see you again
Just tell me where you'll meet me
When I'm with you It seems so easy
It seems so easy
My best days are with you
They are so easy
They are so easy, yeah!
When I'm with you
It seems so easy
It seems so easy
My best days are with you
They are so easy
They are so easy, yeah!
With you - The Subways
I wanted to write something about you. I really did, I mean, do. But you just make it harder every time.I wanted to tell something about you. I really did, do. But I'm afraid you rather me not to. That I have to respect.
So I'm trying, and trying - for four days now, - to expose something, anything, about you. And I'm sorry, I'm sorry if I'm able to write one hundred pages about every guy that disappointed me before you, and I can't write not even a line about you and you not disappointing me.
I guess I'm too busy felling.
So, about you? You've been here for a long time now, but this only started becoming what it is recently. And I must say, I was freaking afraid it didn't turn out to be good. In fact, we trembled. However, you kept on telling me what I needed to ear and made me realise how I wanted (want) you, and how childish we were being.
Now..You're being all I could ask for. And thank you for that.
I hope I have a lot to write about you, for a long time - in a good way I mean.I hope I'll become able to explain how it is when we're together, how you light my heart when you hold me.
"Ficas comigo? :)
À pala disto,
"Diz alguma coisa, por favor..."
disseste-me "eu amo-te" pela primeira vez. Lembro-me como se fosse agora. Lembro-me como se fosse amanhã.
Is this real life?
I've been trying, trying so hard I can't explain,
I've been trying - for four days now -, to make you realise how this has gotten in to me.
I've been trying - for months - to make you see I care about you and your happiness.
I' tried - for so long - to make you see that I needed more than what you gave me. And you only saw that.
You saw how it was not worth it, you saw we wouldn't be able to handle it from a certain point on. You saw what I couldn't see or admit.
You saw the pain, but you did not see the cause behind it. Or if you saw, you didn't have the balls to assume it was you. And maybe it wasn't, baby, maybe I was just supposed to be the top bottom prioritie and be happy anyway - and how I feel crawling for that tiny peace of affection now!
You saw the reason. You stop believing us. You faced it, you acted reasonably. You just weren't brave enough to tell me that, looking me in the eyeball. You just couldn't say it to me, all.
And now I see it all, and it wont fucking stop hurting. Shit, I wish you only knew. How I wish you had the decency to be as much of a person as I thought you' d always be.
How I wish you we're just my Love, the one I always knew. How I wish you were here.
Tirares-me a noção, a imagem quente e real, do teu rosto da minha cabeça, tirares-me o som da tua voz, arrancares-me as memórias enquanto descamas as tuas avidamente...
Tirares-me o toque da tua pele, é o mais cruel.
Tirares-me isso, é tirares-me aquilo que me fazia sentir viva.
Espero que percebas isso, e não, não sei o que fazer, nem o que é certo ou errado;
O meu problema, é que no fundo no fundo, não sei se te quero esquecer nem sei como o fazer, ainda que deva. E muito menos quero que tu me esqueças.
domingo, 7 de novembro de 2010
wish i can believe it
"- Posso-te dizer uma coisa? Sobre a situação em que tu estás... é a mesma em que eu estava ontem: estar num casamento sem cafeína, sem álcool, sem estupefacientes...
- Tortura...
- Não é fácil, mas é possível!"
Deu para rir.
Não posso mexer no telemóvel, devido ao simples facto de ainda ter mensagens tuas em que não dizes nada, de facto, mas chamas-me "love".
E só isso chega para me fazer querer ter tudo de volta. De uma maneira tão estúpida...
Não consigo perceber o que é que te fez afastares-te desta maneira, e não falares comigo.
Tentar falar contigo e não teres nada para me dizer, bem, isso é o pior que me consigo lembrar...
"não sou capaz de pensar mais de 20s como se já não tivessemos nada um com o outro."
Bad bad dream boy. Hurts too bad...
sábado, 6 de novembro de 2010
penimpampum
o quanto isto me dói,
ias ver que na palavra quanto não cabe doer-me o mundo inteiro dentro do peito.
sexta-feira, 5 de novembro de 2010
20 dizer o que estou a pensar
Nunca esperei que fosse desta maneira, mas lá está, nunca ninguém espera não é?
Daí que se lhe chame ingenuidade.
E também nunca pensei que viesse a ter tanta vontade de dizer isto, gostando e tendo gostado tanto do que (já) é(ra)s (?), mas meu querido, o que apetece às vezes fala mais alto, portanto
estimo bem que tu te fodas.,
Letra por letra, ponto por
Ponto ♥ Final.
quinta-feira, 4 de novembro de 2010
My L
desculpa mas eu não podia deixar de falar ou escrever sobre a parte mais importante da minha vida.
Durante tanto tempo, a melhor parte da minha vida. Incondicionalmente, inegavelmente, indubitavelmente, a melhor parte da minha vida.
Já pensei em tanta coisa que poderia escrever em qualquer sítio, quer visses quer não, sobre o que isto mexe comigo. E também já disse a mim mesma mais de cinquenta vezes que não devia fazer isso.
Não devia expor-te, expor-me, expor-nos. Mas torna-se impossível. Às vezes é um alívio só o escrever, ainda que depois apague tudo e ninguém o leia; mas azar, ninguém vai ler aqui, portanto...
Quem me dera poder ver as coisas do teu ponto de vista. Gostava de te perceber. Gostava de ter a certeza que as coisas são assim, tal e qual como as entendo, conforme o que sinto e conforme o que me dizes - poder ver tudo claramente.
Gostava de ter solução para tudo. Gostava de saber o que é melhor para nós, e tomar decisões responsáveis de acordo com isso...
Mas tudo o que eu sei é o que sinto, e quando digo isto até tenho a impressão que devo saber qualquer coisa, porque já me passou muita ideia pela cabeça, e todas tem a ver com o facto de não conseguir sentir-me indiferente à nossa história.
Não sei se me custa que tudo acabe, tanto quanto me custa que tudo esteja sempre por um fio... Mas já dizia o outro
"When it's over
That's the time I fall in love again
And when it's over
That's the time you're in my heart again"
Não posso dizer tudo o que quero, principalmente porque não sei tudo o que quero dizer.
Quero ficar contigo, e gosto de ti.
Agora, quero que fiquemos juntos, sabendo que o que tínhamos mudou?
Quero ter a noção de alguma coisa... E para isso... Nós sempre falámos tão bem, nada impede que agora me digas o que quer que seja olhos nos olhos.
Quero ouvir-te a ti a dizeres as palavras que tens dito - aquilo que ainda não consegui entender -, em voz alta, à minha frente.
Aí sim, meu bem, acredito no que tu quiseres.
E depois o que vier com isso,
a vida, naturalmente, aceita-se.
