Larailarairai.
Try to picture an emotion. Try to go deeper and deeper. Bury yourself into the dark, or raise yourself to the light. Feel it. Please, please feel it. Otherwise I'll thing I'm going crazy.
It's so strong it just smashes me.
Really, if you felt it too, I'd be so happy. I'm not asking you to make a dream come true, I'm just asking you to say you have the same nightmares I do.
I don't wanna wake up in the middle of the night thinking I'm alone. Just show me I can still see the difference between dreams and reality.
I don't want free love, like it doesn't mean a thing. If you feel it too, scream!
You say it's impossible, impossible for me to love you more than you do love me. Damn, I rather believe you don't know what you're talking about. Cause if that's true, we would have been wasting our goddamn time with simple conversations.
What about having the best friendship ever?
Way beyond our skin, our bones, our lungs, our heads and our hearts.
Yeah, deep down you know it's real. It is just too true for us to believe, for us to show it.
What would be the interest in being normal?
quinta-feira, 12 de junho de 2008
Mais antigos pensamentos
<3 font="font" style="font-weight: bold;">25 Dezembro 2007 3>
É uma faca cravada no peito. Um punhal, uma espada, um pedaço de vidro partido. Não interessa o quê, mas magoa, dói, rasga todos os tecidos de mim e faz-me chorar.
Dói.me o coração a cada segundo de pensamento, e a cada "penso logo existo" tenho vontade de arrancá-lo de dentro de mim. O sentimento, o que quer que seja. O que está lá, e que fere.
O mesmo que obriga a sorrir de tempos em tempos. Aquilo que é está em todo o lado. Nas paredes, nas roupas, na cara das pessoas, na televisão, na rua e nas árvores.
Vive dentro e fora de mim, na minha cabeça e para onde quer que eu olhe.
Torna-me miserável em todos os momentos em que não se ocupa da fácil tarefa de me fazer feliz.
Arranca-me pedaços e domina-me por completo. Vicia-me na vida e na essência do que é ou veio a ser. Faz o que quer com a minha personalidade e maneira de pensar. Usa a minha alma para rascunhos de poeta e crava-lhe as palavras com a mesma força com que um ferro em brasa marca uma pedra nua.
Vive-me até à última gota de energia.
Mata-me até à última gota de vida.
Sou nele porque mora em mim.
Só isso.
=$
27 Fevereiro 2008
Dói.me o coração a cada segundo de pensamento, e a cada "penso logo existo" tenho vontade de arrancá-lo de dentro de mim. O sentimento, o que quer que seja. O que está lá, e que fere.
O mesmo que obriga a sorrir de tempos em tempos. Aquilo que é está em todo o lado. Nas paredes, nas roupas, na cara das pessoas, na televisão, na rua e nas árvores.
Vive dentro e fora de mim, na minha cabeça e para onde quer que eu olhe.
Torna-me miserável em todos os momentos em que não se ocupa da fácil tarefa de me fazer feliz.
Arranca-me pedaços e domina-me por completo. Vicia-me na vida e na essência do que é ou veio a ser. Faz o que quer com a minha personalidade e maneira de pensar. Usa a minha alma para rascunhos de poeta e crava-lhe as palavras com a mesma força com que um ferro em brasa marca uma pedra nua.
Vive-me até à última gota de energia.
Mata-me até à última gota de vida.
Sou nele porque mora em mim.
Só isso.
Há coisas que não se explicam, sentem.se.
Há coisas que não só se sentem, furam.nos de um lado ao outro.
Há coisas que são proibidas, e das quais ninguém pode saber.
Há coisas, que por nos roubarem tanta vida, nos levam à loucura.
É difícil soltar alguma coisa, uma frase que seja. Estou presa numa cela em que só entra aquilo que ele deixa entrar. E nada, mesmo nada, sai.
Não posso, não quero desabafar. Queria sim, saber que isto tudo acabasse, para pensar como gente outra vez. As pessoas que o sabem não o percebem, então para quê tentar explicar?
Não há nomes nem palavras que possa usar.
A melhor amizade do Mundo, a melhor pessoa, a melhor vivência. Os erros foram meus e agora estou num casulo, em que por mais voltas que dê, nunca vou sair e alcançar a metamorfose.
Estou cansada. Não por ser mau ou bom, mas por ser tanto, sempre e de cada vez.
Esgota.me todos os dias e tenho de continuar na roda viva.
Ciclo sem fim, e pior, sem saída.
='$
*No more words to classify: Isto de ser teenager --' 12 Março 2008
"She smasehd the rearview mirror with her fist because starting today she's never looking back."
Well I didn't.
Quem me dera poder dizer
'Odeio.te'
sem achar que é mentira.
Dizer que odeio a melhor pessoa que o Mundo me podia entregar.
Quem me dera haver clínicas de reabilitação para isto. Provavelmente a resposta seria ao som de Amy Winehouse.
Quem me dera ser forte.
Quem me dera ter hipóteses viáveis.
Quem me dera ser feita de sangue, carne, osso e pele.
Quem me dera respirar com os meus pulmões e pensar com a minha cabeça e não com o coração.
Quem me dera que o destino nunca se tivesse atravessado à minha frente como um espelho que me esmaga, mas que não posso partir, porque tem o meu reflexo.
Quem sabe, afinal?
Começo a achar que fico louca, e sinceramente repito-o vezes e vezes sem conta para ver se me convenço da verdade absoluta que se transforma em necessidade de fugir à loucura.
A fuga ao rotineiro, implacável. Como um som que mora em mim. Sim, isso.
Mora em mim e gosto da música, como ela gosta de mim. Mas a dor que provoca ao ecoar nas minhas entranhas não se compara a nada.
No entanto, não a desligo. Não tenho esse poder, ela toca sozinha.
Numa tortura indefensável. -->
Nothing else really matters
16 Abril 2008
Percepções erradas da realidade. Por vezes magoam, com cada balde de água fria.
Nothing else really matters.
Shhh. Não digas nada! Se a vontade matasse.. Pedra, gostava de ser feita de pedra! Não haviam mais problemas. Não perguntem, não gosto das respostas.Na verdade, o problema não é gostar, é o simples facto de as ter mas não as poder dar.
Ter de as aguentar dentro de mim, a cada interrogação que me fazem, e a que nego a expectativa de obterem uma resposta fiel. Como seria bom poder falar! ='/
A angústia ferve, queima.me as entranhas, e qualquer dia desfaço.me em pó. É impossível. Impossível. Murros por dentro? Muitos. Muitos, rebentam comigo.
Queria mudar de planeta, ou mesmo só mudar de terra. Já não era mau.
Queria fugir. Não adianta dizerem que não se deve fugir aos problemas. São os meus, como raio me hão.de dar lições de moral?!
Fugir, fugir daqui p'ra longe! E quando quisesse voltar voltava. Preferia saudades a tortura.
Preferia tudo menos morrer todos os dias de loucura.
Insane. Insane. Insane. No one really knows how. Insane. Insane. Insane. I am.
Observações desprezadas do dia a dia, mas que ocasionais magoam. Sentir que se sente que sou diferente.
Porquê, porquê? A cara séria.. Talvez porque aquele momento não me oferecia motivos para sorrir. Não me obriguem.
Perguntar não ofende,?
MAGOA!
Prefiro, prefiro. Prefiro fugir! Se fugisse ao menos ninguém via as lágrimas que perguntar provoca.
Fugir. Não se sabe. Não sei.
É perfeita loucura. Cerrem.me a boca, cosam.ma. Ao menos não tenho a tentação de gritar. Deixa de me doer a cabeça, os olhos, os ouvidos, os pulmões. As mãos e o coração!
Sim tenho disso. Idiotice. Troça, desprezo. Ignorância.
Gostava de ser um génio. Talvez a vida fosse mais linear.
Firirirififi 5 Junho 2008
I know I should be writing something. Something to realese pressure. Under pressure.
Se a pressão existe está em todo o lado. Também a mim não me libertam dela, seria idiotice pensar que eu própria me poderia ver livre de tamanho monstro.
Nada corre como esperado, tudo acontece ao contrário. O hábito da vida no caos, no inesperado e ilógico foi destruído. Segue.se como que o tique taque de um relógio que acerta contas a caminho da implosão, do final do Big Bang. Tudo parece irreal, de surreal. Tudo bate certo, como trabalho cirúrgico ou de relojoeiro, em que nada falha um milímetro. Se há yin há yang. Se há branco há preto. Karma equilibrado do acéfalo e anárquico instinto humano. Coincidências anormais dentro da esmagadora apatia da normalidade. Nada por acaso ou tudo com ligação. Do imperceptível ao óbvio, mas em que ninguém parece reparar. Cegueira absurda, comum.
Destrói, perfura, esmaga, corrói. Felizmente |?|, por vezes, mais que isso, baralha, confunde, mente.
Sinto que, pelo menos, no meu trapézio já não voo sem rede. Há algo que aparenta estar por baixo. Na eventualidade de cair descobrirei, talvez, se passa ou não de uma ilusão óptica.
É duro. É amargo. É doce. É forte. Queima. Desde da pele até aos ossos. Quando já não há mais, desce à alma!
Inimaginável ligação entre cosmonautas afastados por demasiadas galáxias, mas que a fé leva a crer que um reencontro é ou terá sido, em tempos, POSSÍVEL.
Baby baby baby, -.- Sweet delusion. L'
Agora mais que nunca, sintonias perturbadoramente equilibradas.
E pronto, não era mesmo para escrever nada, acaba.se depois. Que estúpida e irritante normalidade. Sensibilidade ou falta dela. ---
No worries.
Describing emotions (pic de Paula Rêgo).
http://paraportuguesler.com/curso_de_portugues_as/- page29/page30/files/BIGpage30_1.jpg
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